Brasileiro esteve presente em Interlagos durante a terceira etapa da temporada 2026 da Stock Car
A Fórmula 1 retorna às pistas neste fim de semana com o GP de Miami, quarta etapa do calendário, depois de um mês sem corridas. Em entrevista ao Motorsport.com diretamente de Interlagos, Gabriel Bortoleto falou a respeito das mudanças na categoria e na Audi.
No último dia 20, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) divulgou as alterações feitas no regulamento técnico da F1 que entrarão em vigor já a partir da etapa norte-americana, no dia 3 maio. As mudanças, entre outros motivos, visam acatar alguns dos pedidos feitos pelos pilotos que vêm, constantemente, tecendo críticas às novas regras.
Vale destacar que, por conta do formato de fim de semana sprint somado às adições, o primeiro treino livre, na sexta-feira, contará com 1h30 de duração.
Presente em Interlagos durante a terceira etapa da temporada 2026 da Stock Car, Bortoleto apontou que a revisão feita pela entidade não deve refletir tanto visualmente para o público, mas enfatizou que será bastante sentida no cockpit.
"A gente está bem. No fim das contas não é uma mudança gigantesca, mas é uma mudança para ajudar principalmente na viabilidade dos carros para os pilotos. Então, acho que não veremos uma diferença muito grande na televisão, mas lá de dentro do carro realmente vamos nos divertir um pouquinho mais."
Mas a 'roda' não girou somente nas regras da categoria. A própria Audi vivenciou uma movimentação que agitou o mercado: a saída de Jonathan Wheatley destino à Aston Martin. Mattia Binotto assumirá a vaga ao lado de Allan McNish, diretor de corrida.
O italiano ex-Ferrari foi bastante elogiado pelo brasileiro, o qual revelou que a saída de Wheatley também passou por questões internas no esquadrão suíço.
Gabriel Bortoleto esteve presente na terceira etapa da Stock Car, em Interlagos
"Eu tenho muito respeito pelo Jonathan. Acho que por questões pessoais, por alguns fatores na equipe também essa decisão foi tomada, mas hoje nós temos uma estrutura muito sólida lá dentro [da Audi]."
"O Mattia [Binotto], que é o meu chefe, é o cara que lidera toda a produção dos carros, do motor, desenvolvimento, então, não tenho dúvidas de que não vai faltar nada por conta da saída dele [Wheathley]. Desejo tudo de bom para ele no futuro, mas a verdade é que a vida segue e não é a primeira vez que isso acontece na Fórmula 1", apontou Gabriel.
Por fim, o paulista de Osasco fez questão de parabenizar o time por ter conseguido colocar o carro no Q3 em duas das três etapas disputadas até aqui (Austrália e Japão) e por terem pontuado na estreia da temporada (Bortoleto foi nono colocado em Melbourne somando dois pontos).
Por fim, o paulista de Osasco fez questão de parabenizar o time por ter conseguido logo nas primeiras etapas do ano colocar o carro no Q3 duas vezes (Austrália e Japão) e
"Acho que sim [foi um começo de ano surpreendente]. Começar o ano do jeito que a gente começou, Q3, pontuando, é algo inexplicável. Primeira vez que a Audi está fazendo motor, eu tenho muito orgulho da minha equipe por eles terem feito o que eles têm feito até agora."
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