Resumo PreçoCarroBR
- A notícia entra no radar pelo impacto esportivo sobre equipes, pilotos, estratégia ou campeonato.
- Em Fórmula 1, o detalhe que decide uma corrida costuma estar no conjunto: ritmo, pneus, boxes, desenvolvimento e leitura do fim de semana.
- O destaque do momento é: F1 - Aston Martin: “Ainda não conseguimos ver a luz no fim do túnel”
Leitura da pista
A pauta deve ser lida pelo que revela sobre desempenho, pressão interna, estratégia de equipe e evolução técnica. Na F1, uma decisão de muro, uma janela de pit stop ou uma leitura errada de pneus pode mudar a narrativa de todo o GP.
Impacto esportivo
Para o fã, o ponto central é entender como esse movimento afeta disputa por posições, confiança dos pilotos, desenvolvimento do carro e briga no campeonato.
O que aconteceu
Ex-piloto da F1 e embaixador da equipe britânica, Pedro de la Rosa mostrou-se pessimista em relação ao futuro da escuderia de Silverstone
Os problemas da Aston Martin na Fórmula 1 não parecem ter fim, depois que a equipe caiu para o último lugar da classificação em 2026, alertou o ex-piloto de F1 e embaixador da equipe de Silverstone, Pedro de la Rosa.
A mudança da F1 para novos regulamentos saiu desastrosa para a equipe, que saiu de cliente dos motores Mercedes para uma parceria direta com a Honda, já que o AMR26 foi atormentado por falta de desempenho e confiabilidade desde o início.
O principal problema era o motor gerar vibrações que danificavam as baterias e até causavam danos físicos aos pilotos, embora tenha havido progresso nessa frente. No entanto, a Aston praticamente não tem introduzido atualizações – ao contrário de todos os rivais – devido à diferença atualmente quase insuperável em relação ao meio do pelotão.
A confiabilidade pode ter melhorado, mas o AMR26 continuou sendo o carro mais lento em ambas as sessões de treinos de sexta-feira (05) do GP de Mônaco, com Fernando Alonso novamente lamentando a “saída de dianteira crônica”. A Cadillac foi 0s178 mais rápida, e a equipe mais próxima, a Racing Bull, teve uma vantagem de 0s546 na pista mais curta da temporada.
Questionado, na coletiva de imprensa da FIA na sexta-feira, se a Aston já estava começando a ver uma luz no fim do túnel, de la Rosa respondeu: “Definitivamente, ainda não. Estamos onde estamos. É um começo difícil, especialmente porque estamos em uma posição que não esperávamos estar".
“O que temos agora é um carro muito difícil, pilotos que estão dando o melhor de si e fazendo um trabalho absolutamente incrível para pilotar o carro o mais rápido possível de maneira confiável e segura".
"Mas é difícil. Prefiro adiar isso [responder às perguntas] para quando enxergarmos a luz, quando as atualizações estiverem em ação e pudermos nos basear em fatos. Na minha opinião, temos falado tanto sobre o que pode acontecer e a luz no fim do túnel que, às vezes, acabamos nos repetindo um pouco demais".
Pedro de la Rosa, Aston Martin F1 Team
Foto: Zak Mauger / Motorsport Images
“É difícil para todos. Quero dizer, especialmente para os pilotos, porque eles têm que pilotar o carro, têm que lidar com o carro, têm que lidar com a mídia, têm que explicar a cada corrida o que está acontecendo, perguntas muito semelhantes a problemas já conhecidos. E sabemos que nas próximas corridas não teremos atualizações. No entanto, podemos ver as atualizações chegando, mas elas estão longe".
“Então, a motivação está lá, mas é definitivamente… Eles têm dado um apoio enorme, têm trabalhado muito no simulador, têm trabalhado muito na equipe, na equipe de corrida, na fábrica, dedicando tempo. Mas é difícil, porque quando você não está onde esperava, ou não está onde gostaria de estar, é sempre mais complicado".
A sexta-feira da Aston Martin foi agravada por uma batida de Alonso – um acidente menor, embora sintomático das dificuldades da equipe com a dirigibilidade, já que o veterano espanhol reclamou de “reduções de marcha aleatórias”.
Mas de la Rosa diz que outras questões têm melhorado, nomeadamente as vibrações acima mencionadas – “já desapareceram” – e um problema recente com o assento de Alonso… embora um problema semelhante tenha surgido no carro de Lance Stroll.
“Fernando não disse nada pelo rádio após o TL1 sobre seu assento, o que também é positivo, o que significa que todo o trabalho realizado na terça-feira nesta pista, tentando ajustar seu assento de 2025 neste carro de 2026, funcionou".
"No entanto, Lance estava reclamando de problemas com o assento, então ainda temos que resolver alguns outros problemas, mas estamos indo na direção certa".
E, a longo prazo, há motivos para otimismo. “Há realmente muitas coisas acontecendo nos bastidores da fábrica que nos fazem acreditar que as atualizações, todas as mudanças significativas que introduziremos por volta do verão [europeu, inverno no Brasil], vão dar certo". Mas esse fim do túnel, evidentemente, ainda está muito longe.
Pilotos CHORÕES, o golpe em Russell, GALVÃO, Bortoleto, NASCAR Brasil e + | Cacá Bueno e Caio Collet
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