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F1: O que a Red Bull testou em Silverstone pensando em Miami?

Equipe andou apenas com Max Verstappen no circuito britânico

F1: O que a Red Bull testou em Silverstone pensando em Miami?

Resumo PreçoCarroBR

  • A notícia entra no radar pelo impacto esportivo sobre equipes, pilotos, estratégia ou campeonato.
  • Em Fórmula 1, o detalhe que decide uma corrida costuma estar no conjunto: ritmo, pneus, boxes, desenvolvimento e leitura do fim de semana.
  • O destaque do momento é: F1: O que a Red Bull testou em Silverstone pensando em Miami?

Leitura da pista

A pauta deve ser lida pelo que revela sobre desempenho, pressão interna, estratégia de equipe e evolução técnica. Na F1, uma decisão de muro, uma janela de pit stop ou uma leitura errada de pneus pode mudar a narrativa de todo o GP.

Impacto esportivo

Para o fã, o ponto central é entender como esse movimento afeta disputa por posições, confiança dos pilotos, desenvolvimento do carro e briga no campeonato.

O que aconteceu

Equipe andou apenas com Max Verstappen no circuito britânico

Foto de: Mark Thompson / Getty Images

A Red Bull está aproveitando a pausa forçada da Fórmula 1 para se preparar bem e tentar uma reviravolta no GP de Miami. Na última quarta-feira (22), a equipe de Milton Keynes foi à pista com Max Verstappen no volante do RB22.

O holandês tem sido um dos maiores críticos do novo regulamento e, também, do carro. No Japão, a equipe já tinha trabalhado para levar novas peças, mas a 'virada de chave' está planejada para Miami.

O carro está entre os mais pesados do grid atualmente e a Red Bull trabalhou arduamente para reverter a situação, no entanto, eles não devem conseguir se encaixar na mesma situação em que estariam a Mercedes e a Ferrari.

Em Silverstone, a equipe aproveitou para testar uma nova asa dianteira, com pequenas mudanças nas placas laterais. Porém, o maior reajuste ficou localizado nas laterais do carro -- os famosos sidepods -- que visualmente voltou ao conceito usado em 2025.

A Red Bull também testou uma aleta parecida com o que a Ferrari apresentou há algumas semanas, mas não chegou a utilizar durante a corrida, pois não se encaixava nas exigências da FIA. A peça fica localizada no halo e tem o intuito de redirecionar o vento para longe dos olhos dos pilotos.

Além disso, as novas peças são bem mais leves do que as anteriores, segundo informações da AutoRacer.it. O foco da equipe é aumentar a competitividade, uma vez que seu motor não seria o verdadeiro calcanhar de Aquiles.

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