Fórmula 1

F1: Red Bull pode 'ignorar' ADUO e escolher estratégia diferente das rivais

Grande problema da equipe não seria o motor, mas sim o chassi

F1: Red Bull pode 'ignorar' ADUO e escolher estratégia diferente das rivais

Resumo PreçoCarroBR

  • A notícia entra no radar pelo impacto esportivo sobre equipes, pilotos, estratégia ou campeonato.
  • Em Fórmula 1, o detalhe que decide uma corrida costuma estar no conjunto: ritmo, pneus, boxes, desenvolvimento e leitura do fim de semana.
  • O destaque do momento é: F1: Red Bull pode 'ignorar' ADUO e escolher estratégia diferente das rivais

Leitura da pista

A pauta deve ser lida pelo que revela sobre desempenho, pressão interna, estratégia de equipe e evolução técnica. Na F1, uma decisão de muro, uma janela de pit stop ou uma leitura errada de pneus pode mudar a narrativa de todo o GP.

Impacto esportivo

Para o fã, o ponto central é entender como esse movimento afeta disputa por posições, confiança dos pilotos, desenvolvimento do carro e briga no campeonato.

O que aconteceu

Grande problema da equipe não seria o motor, mas sim o chassi

Foto de: Clive Mason / Getty Images

Há muitos rumores rodando o paddock da Fórmula 1 de que a Red Bull teria o melhor motor de 2026, conseguindo ser superior até ao da Mercedes. No entanto, isso não parece ser uma verdade e a unidade de potência produzida em Brackley segue como a provável referência.

Porém, isso não quer dizer que o motor da Red Bull Ford Powertrains seja ruim. Na verdade, as informações são de que a unidade de potência é, provavelmente, a segunda melhor do grid e o grande problema do carro de Milton Keynes é a aerodinâmica.

O assunto está em alta porque a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) tem o trabalho de definir quais montadoras poderão se beneficiar do ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities).

As equipes devem ser informadas entre o Canadá e Mônaco sobre quem poderá mexer no motor e é esperado que a Red Bull não se encaixe nos critérios impostos pela federação. Vale lembrar que as análises serão feitas na parte de combustão interna, deixando de lado o MGU-K.

Segundo informações do The Race, a Red Bull já admitiu não estar na pior situação, mas defendendo que não está, nem de longe, próxima do desempenho da Mercedes.

"O que vemos é certamente a Mercedes muito à frente da maioria de nós. E sim particularmente atrás", explicou Laurent Mekies, chefe do time taurino.

"Os outros times provavelmente estão bem próximos de nós, Ferrari e Audi, e tudo bem, a Honda provavelmente está tendo um pouco mais de dificuldade. Extrair o desempenho ideal do motor de combustão de forma justa entre as equipes é muito difícil. Acho que os resultados gerais provavelmente oferecem a melhor e mais justa visão de onde todos estão".

Mekies reconhece que, mesmo que eles se encaixem nos critérios para o uso do ADUO, a Red Bull pode não estar preparada para fazer essas mudanças tão rapidamente, uma vez que é necessário um planejamento extenso.

"Por mais que, teoricamente, tenhamos o direito de fazer isso na corrida imediatamente após o veredito, estamos preparados para tal? Provavelmente não, porque ainda precisamos lidar com quatro motores durante a temporada".

"Os regulamentos obrigam você a escolher o momento certo. Portanto, você terá que tentar agrupá-los e dividi-los em etapas suficientemente grandes".

A equipe de Milton Keynes pode decidir focar no chassi de seu carro, que parece ser o ponto fraco no momento e escolher outro momento para aproveitar a janela de operação de sua unidade de potência, se sentir a necessidade.

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Fonte

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