Equipe de Grove elaborou plano para ganhar um segundo por volta, simplesmente reduzindo a massa do FW48
Depois de terminar em quinto lugar no campeonato de construtores de 2025, a Williams somou apenas dois pontos até agora em 2026, apesar de contar com o motor Mercedes – certamente o melhor do grid em meio à reformulação técnica da Fórmula 1. Uma das razões é o excesso de peso do carro desenvolvido em Grove que deve ser solucionado até a metade do ano.
A criação do FW48 foi muito difícil, com quatro testes de colisão reprovados e uma homologação do chassi muito tardia pela FIA, a ponto da equipe britânica perder o “shakedown” de Barcelona no final de janeiro.
Projetado sob a supervisão do diretor técnico Pat Fry e do diretor de engenharia Matt Harman, o carro acabou ficando 28 kg acima do peso mínimo.
“Não é complicado reduzir o peso”, disse o chefe de equipe James Vowles na Austrália. “Já tenho na minha caixa de entrada [do e-mail] hoje todas as etapas de engenharia não apenas para reduzir o peso, mas para ficar bem abaixo do peso permitido. Isso já está ao nosso alcance".
“Se este fosse um mundo sem limite de custos, eu executaria isso amanhã. Estaria pronto em algumas semanas".
Foto: Mark Sutton / Fórmula 1 via Getty Images
“Mas não é assim, então temos que sincronizar isso com o momento em que esses componentes começam efetivamente a ficar obsoletos e com as atualizações que faremos mais adiante na temporada. É uma complexidade, mas é uma complexidade positiva, se é que você me entende. O teto de custos ainda é, no geral, muito positivo".
A Williams aproveitou a pausa de cinco semanas causada pelo conflito no Oriente Médio para planejar um programa de diminuição de peso, com uma redução inicial de massa prevista já neste fim de semana em Miami, antes da introdução de um chassi totalmente novo durante o verão europeu [inverno no Brasil] – o que exigirá novos testes de colisão.
O processo de desenvolvimento deve estar concluído até o GP da Itália, com um ganho final de um segundo, quando o FW48 realmente ficar abaixo do limite e puder usar lastro para melhorar o equilíbrio e reduzir a degradação dos pneus.
Enquanto isso, Vowles aproveitou todas as oportunidades para enfatizar a dedicação dos pilotos ao crescimento da equipe, particularmente a comunicação de Carlos Sainz e o talento natural de Alex Albon em condições variáveis.
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