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Moreira destaca desafio dos pilotos: "Precisamos ser loucos" para correr na MotoGP

Novato brasileiro destacou como foi a primeira experiência com um protótipo da categoria rainha

Moreira destaca desafio dos pilotos: "Precisamos ser loucos" para correr na MotoGP

Resumo PreçoCarroBR

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Leitura das pistas

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Por que acompanhar

O assunto ajuda a entender tendências da categoria e a separar resultado isolado de sinal competitivo mais amplo.

O que aconteceu

Novato brasileiro destacou como foi a primeira experiência com um protótipo da categoria rainha

Foto de: Gold and Goose / Motorsport Images

Após vencer o título da Moto2 em 2025, Diogo Moreira está em sua temporada de estreia na MotoGP em 2026, correndo pela LCR Honda. O piloto brasileiro revelou como foi a sensação de correr com uma moto da categoria rainha pela primeira vez e sobre como foi realizar um sonho de infância. 

“A MotoGP é outro mundo, comparada ao futebol ou ao basquete”, começou, em entrevista ao site oficial da MotoGP. “É impossível comparar com qualquer outra coisa. Há muita adrenalina… Mas, para mim, a adrenalina é a melhor sensação do mundo".

“A primeira vez que entrei na pista com a moto de MotoGP, a sensação e a emoção foram superdifíceis de controlar. Minha mente e meu corpo não estavam preparados para a velocidade".

O brasileiro destacou o nível de 'loucura' que cada um dos pilotos de correr com os protótipos de 1000cc e chegar à velocidade de mais de 340 km/h.

“Precisamos ser loucos, porque, se não formos, não conseguimos fazer … 340 km/h nas retas, todas as voltas no mesmo ritmo. Precisamos nos esforçar sempre, e quando caímos, precisamos esquecer e tentar de novo. Então, eu diria que somos superloucos!”

“É preciso ter talento, e eu diria que mais do que talento, paixão por esse esporte”, continuou, destacando o esforço até chegar no mais alto nível do Campeonato Mundial. “Viemos para a Europa com meu pai quando eu tinha 12 anos, mais ou menos. Foi difícil deixar aquela vida para trás e vir para outro mundo".

“Mas acho que foi ótimo para nós, porque vir para a Europa e ver e treinar com todos os pilotos da MotoGP foi ótimo, aprendi muito. A vida toda eu sonhei com isso e, no fim, me tornei um piloto de MotoGP".

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