O carro elétrico virou símbolo de futuro, mas futuro nenhum se sustenta apenas em ficha técnica. Autonomia importa, potência encanta e tela grande ajuda na vitrine, mas a decisão real do consumidor passa por confiança.
No Brasil, a pergunta não é apenas quantos quilômetros o carro roda. É onde carregar, quanto custará manter, quem dará assistência e quanto ele valerá quando chegar a hora da troca.
As marcas que entenderem isso antes das outras terão vantagem. Não basta importar desejo. É preciso construir rotina, pós-venda e previsibilidade.