Chefe de projeto da equipe suíça está "satisfeito" com o que viu até agora
Foto de: Simon Galloway / LAT Images via Getty Images
Estreando como equipe de fábrica na temporada de 2026 da Fórmula 1, a Audi é nona colocada no campeonato de construtores e tem como melhor resultado o nono lugar de Gabriel Bortoleto na Austrália. Com um desempenho modesto até aqui, o time sabe que ainda há muito espaço para melhoria, mas Mattia Binotto, chefe de projeto da marca, está satisfeito com o que tem visto.
Em participação no podcast Pitstop, o italiano foi questionado se acreditava que a equipe ocuparia a atual posição tão cedo no campeonato, inclusive superando times já estabelecidos na categoria, como a Aston Martin. Até o GP de Miami, a Audi estava a frente também da Williams.
"Eu teria acreditado sim. Acho que podemos ser incríveis", disse Binotto. "Nós estamos satisfeitos. Os fundamentos do carro estão certos, que é o mais importante. Você pode ver algumas equipes sofrendo com isso e é difícil porque, numa realidade com teto orçamentário, você precisa se recuperar. Precisa gastar tempo, energia e dinheiro em problemas".
"Para nós, agora, o foco é o desenvolvimento. Sei que se olharmos para frente a diferença para os primeiros colocados ainda é enorme, precisamos de um outro salto muito grande, mas sabemos onde estamos na nossa estratégia. Ainda somos um time pequeno, com infraestrutura e capacidade pequena, mas chegaremos lá", continuou.
O chefe da Audi finalizou ressaltando a fato de o time ser estreante: "tudo é novo". Além disso, no caso específico da equipe suíça, há uma mudança importante de identidade, pois, até o ano passado, ela era Sauber.
"Nós estamos no ano zero. Não é só o carro... é a pintura, as marcas, o mindset e a transformação para 'Nós somos Audi', não somos Sauber mais. Isso também é importante para as pessoas, é uma transformação total", explicou. "Frequentemente falamos que é como escalar uma montanha e talvez precisemos subir o Everest. Nós decidimos nosso caminho pela montanha, mas apenas começamos a escalada. Então, um pódio, honestamente, se eu tivesse que apostar, 2028. Talvez tenhamos sorte antes, mas 2028 seria o mais lógico".
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Esta publicação foi consolidada a partir da matéria original indicada abaixo.
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