Resumo PreçoCarroBR
- A notícia entra no radar pelo impacto esportivo sobre equipes, pilotos, estratégia ou campeonato.
- Em Fórmula 1, o detalhe que decide uma corrida costuma estar no conjunto: ritmo, pneus, boxes, desenvolvimento e leitura do fim de semana.
- O destaque do momento é: F1, FIA e fabricantes chegam a acordo sobre regras de 2027 e 2028; saiba mais
Leitura da pista
A pauta deve ser lida pelo que revela sobre desempenho, pressão interna, estratégia de equipe e evolução técnica. Na F1, uma decisão de muro, uma janela de pit stop ou uma leitura errada de pneus pode mudar a narrativa de todo o GP.
Impacto esportivo
Para o fã, o ponto central é entender como esse movimento afeta disputa por posições, confiança dos pilotos, desenvolvimento do carro e briga no campeonato.
O que aconteceu
Divisão entre motor a combustão e parte elétrica será modificada
Foto de: Simon Galloway / LAT Images via Getty Images
Após uma série de discussões sobre as regras de unidades de potência para o próximo ano, a Fórmula 1, a FIA e os fabricantes de motores chegaram a um acordo sobre as mudanças que serão implementadas no regulamento em 2027 e 2028.
Em relação ao ano passado, os carros de 2026 passaram a contar com maior influência da parte elétrica: segundo comunicado da FIA, a divisão exata das atuais unidades de potência é de 53% para o motor de combustão e 47% da parte elétrica.
O alto nível de eletrificação influenciou o estilo de pilotagem, resultando em casos como o superclipping (corte brusco na potência mesmo em aceleração máxima) e o aumento de lift and coast (tirar o pé do acelerador e deixar o carro deslizar para economizar bateria), desagradando pilotos e o público. As conversas para que o regulamento fosse alterado começaram há alguns meses e as bases para o próximo ano foram estabelecidas nesta quarta-feira.
De acordo com comunicado da FIA, no ano que vem, a divisão passará a ser de 58/42 e, em 2028, 60/40, sempre favorecendo o motor de combustão interna. Em termos concretos, isso significa que as unidades de potência terão seu fluxo de combustível aumentado em 5% no próximo ano, elevando a potência do motor de combustão de 400kW para 420kW sem exigir mudanças significativas de hardware.
Ao mesmo tempo, a potência máxima do motor elétrico cairá de 350kW para 300kW. O modo ultrapassagem permanecerá em 350kW para garantir que os carros continuem podendo utilizar esse recurso de potência extra, enquanto o limite máximo de recuperação de energia será aumentado de 250kW para 375kW.
O maior aumento no fluxo de combustível, de 13%, que elevará a potência do motor de combustão interna para 450kW, terá de esperar até 2028 para dar mais tempo aos fabricantes se prepararem para a divisão de 60/40. A partir de 2028, o limite máximo de recuperação de energia será novamente aumentado para 400kW, enquanto a potência máxima de entrega e o modo ultrapassagem permanecerão inalterados.
A FIA acrescentou que também foram feitos ajustes nas condições de fornecimento das unidades de potência, nas operações de corrida e nos regulamentos financeiros, visando dar aos fabricantes margem dentro do teto orçamentário para implementar as mudanças.
“Os regulamentos da F1 para 2026 foram desenvolvidos e acordados em estreita parceria entre a FIA, a FOM, as equipes e os fabricantes de unidades de potência. Estas últimas emendas refletem a continuidade dessa colaboração, com todas as partes interessadas trabalhando coletivamente para aperfeiçoar o regulamento e enfrentar os desafios operacionais identificados", disse a Federação em comunicado.
As mudanças serão submetidas para aprovação do Conselho Mundial de Automobilismo dia 23 de junho, em Macau.
KIMI já é GRANDE? Russell em mais um FIASCO, Hamilton FREIA Leclerc, BORTOLETO e + | FELIPE MOTTA
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