Resumo PreçoCarroBR
- A notícia entra no radar pelo impacto esportivo sobre equipes, pilotos, estratégia ou campeonato.
- Em Fórmula 1, o detalhe que decide uma corrida costuma estar no conjunto: ritmo, pneus, boxes, desenvolvimento e leitura do fim de semana.
- O destaque do momento é: F1: GP de Mônaco será disputado "mais ao limite" em 2026, defende Russell
Leitura da pista
A pauta deve ser lida pelo que revela sobre desempenho, pressão interna, estratégia de equipe e evolução técnica. Na F1, uma decisão de muro, uma janela de pit stop ou uma leitura errada de pneus pode mudar a narrativa de todo o GP.
Impacto esportivo
Para o fã, o ponto central é entender como esse movimento afeta disputa por posições, confiança dos pilotos, desenvolvimento do carro e briga no campeonato.
O que aconteceu
Piloto da Mercedes acredita que novo regulamento permitirá competições mais acirradas do que em edições anteriores
George Russell acredita que o GP de Mônaco deste ano será mais no limite do que as edições anteriores, devido à mudança no regulamento da Fórmula 1 para 2026.
O novo conjunto de regras tem sido um tema controverso desde a pré-temporada. Com maior ênfase na parte elétrica da unidade de potência, que apresenta uma divisão de quase 50/50 com o motor a combustão, os novos carros foram alvo de críticas por parte de pilotos e público.
Porém, o chassi também passou por modificações importantes. Os monopostos são mais leves e ágeis, já que o peso mínimo regulamentado foi reduzido de 800kg para 768kg, abrindo parcialmente O caminho para mais disputas roda a roda na temporada de 2026.
Isso foi testemunhado na última corrida no Canadá, onde Russell disputou com seu companheiro de equipe e rival pelo título, Kimi Antonelli, por várias voltas, tendo feito o mesmo com Charles Leclerc na Austrália.
Portanto, Russell está ansioso pelo desafio de Mônaco neste fim de semana, especialmente porque acredita que “seremos capazes de levar os carros mais ao limite do que pudemos no ano passado”.
Foto: Glenn Dunbar / Motorsport Images
“Os carros do ano passado eram tão grandes, tão pesados e tão rígidos que você sentia cada solavanco. Isso podia fazer a traseira sair da curva. Era mais fácil travar os pneus e acabar batendo na mureta", acrescentou. “Já este parece mais um carro de corrida, é mais intuitivo de pilotar. Realmente tira o peso da unidade de potência. Então, quando você chega nessas pistas de rua desafiadoras, acho que você vai conseguir levar os carros mais ao limite e é mais divertido".
“Além disso, nas corridas, a disputa que tive com o Kimi, acho que não teria sido possível nos carros do ano passado. Eles eram tão grandes, era muito difícil correr lado a lado, porque eram muito rígidos. Havia menos margem para erros, enquanto agora você pode colocar o carro em posições mais arriscadas. Então, sim, acho que é muito bom", continuou.
A Mercedes começou o ano de maneira dominante, vencendo todas as cinco corridas até agora, porém, quatro dessas vitórias são de Antonelli, líder do campeonato. O italiano de 19 anos tem uma vantagem de 43 pontos sobre Russell, que iniciou a temporada como favorito. Ainda assim, para ser justo, é preciso dizer que o britânico passou por uma série de azares ao abandonar a corrida no Canadá enquanto liderava, devido a uma falha no motor.
Andrea Kimi Antonelli, Mercedes, George Russell, Mercedes
Foto: Steven Tee / LAT Images via Getty Images
Mas o veterano não está deixando que esse abandono o afete muito, pois sempre há altos e baixos em qualquer disputa pelo título, acrescentando que a má sorte deve atingir Antonelli em algum momento.
“Não demorei muito para superar o resultado, porque, no fim das contas, estava fora do meu controle”, disse Russell. “Fui para o Canadá com um único objetivo, que era liderar todas as sessões, e foi o que fiz. Consegui pole nas duas classificações, liderava a corrida, tive uma boa disputa com Kimi e estava na frente antes da falha. Senti que não havia mais nada que eu pudesse ter feito no Canadá, então, alcancei o que me propus a alcançar".
“Quanto ao resto, isso faz parte das corridas. Se você analisar as vitórias de qualquer piloto em campeonatos da F1 ou em qualquer outra categoria, não acho que alguém na história não tenha passado por uma fase ruim em algum momento", explicou.
Russell citou 2025 como seu principal exemplo, quando Lando Norris reduziu uma desvantagem de 34 pontos em relação ao companheiro de equipe da McLaren, Oscar Piastri, nas últimas nove etapas para se tornar campeão.
“Lando, no ano passado, teve uma avaria em Zandvoort e foi desclassificado em Las Vegas, está fora do seu controle”, acrescentou. “[Max] Verstappen, em 2021, teve um furo em Baku e, possivelmente, um acidente em Silverstone, mas mesmo assim venceu. Então, essas coisas sempre aconteceram no automobilismo. Não acho que Kimi estará aqui no final da temporada dizendo que não teve um pouco de azar em algum momento. É assim que o jogo funciona".
Pilotos CHORÕES, o golpe em Russell, GALVÃO, Bortoleto, NASCAR Brasil e + | Cacá Bueno e Caio Collet
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