Van elétrica é menor do que modelo tradicional e chega no segundo semestre de 2026 ao Brasil
Apostando cada vez mais em sua linha profissional, a Ford confirmou que trará ao Brasil a Transit City ainda durante o ano de 2026. Apesar do mesmo nome do utilitário já vendido hoje, a nova opção é só elétrica e tem tamanho consideravelmente menor, de olho nas rivais Fiat Scudo, Citroën Jumpy, Peugeot Expert e a Foton eToano Pro.
A ideia, segundo a marca, é ter um modelo mais apropriado aos grandes centros, dando assim uma opção dentro da gama para quem não quer - ou não pode ter - a Transit tradicional. De origem chinesa, a van é feita em parceria com a Jiangling Motors Corporation Limited (JMC), que também produz uma versão própria do modelo. É da JMC, aliás, a origem do SUV Territory.
Por enquanto, ainda não há preços, versões nem motorizações confirmadas, algo que, segundo a Ford, só será confirmado mais próximo do lançamento, durante o segundo semestre deste ano. Em outros mercados, ela chegou com opções de carroceria diferente, que variam entre furgão compacto (L1H1), versão alongada com teto alto (L2H2) e chassi-cabine. A ideia é atender diferentes perfis de operação, desde entregas em áreas mais restritas até aplicações com implementos específicos.
A versão L1H1 leva até 1.085 kg, enquanto a L2H2 chega a 1.275 kg e cerca de 8 m³ de volume. O espaço também foi pensado para uso intenso, com revestimento durável, pontos de fixação e estrutura preparada para conversões.
A base elétrica conta com bateria de 56 kWh com química LFP e entrega até cerca de 250 km de autonomia, número alinhado ao uso real. Segundo a própria marca, a maioria das vans desse segmento roda menos de 110 km por dia, o que permite trabalhar com baterias menores e mais baratas.
No carregamento, a Transit City aceita até 11 kW em corrente alternada, podendo atingir 87 kW em corrente contínua, permitindo recuperar de 10% a 80% em cerca de meia hora ou adicionar autonomia rapidamente em paradas curtas.
O conjunto é completado por um motor elétrico de 110 kW (150 cv) com tração dianteira. O foco não é desempenho, mas entrega linear de torque e suavidade no trânsito urbano, com condução com um pedal para reduzir o esforço no para e anda.
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