Fórmula 1

Mesmo com crise na Aston Martin, Stroll não pensa em deixar a F1

Piloto canadense quer continuar na equipe de Silverstone para liderar o projeto vencedor “em dois ou três anos”

Mesmo com crise na Aston Martin, Stroll não pensa em deixar a F1

Piloto canadense quer continuar na equipe de Silverstone para liderar um projeto vencedor “em dois ou três anos”

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

Nos últimos anos, surgiram muitos rumores apontando para a saída de Lance Stroll da Aston Martin e da Fórmula 1, já que, em sua 10ª temporada na categoria, numa campanha em que completará 28 anos, ele tem demonstrado estar mais cansado de tudo do que realmente aproveitando.

O momento atual da Aston também não ajuda, assim como uma mudança no regulamento que trouxe carros e unidades de potência menos atraentes para os pilotos.

No entanto, Stroll garante que isso não afeta sua decisão sobre o futuro: “Não é que a gente tivesse previsto isso. Todo mundo vinha dizendo há um ano e meio, ou há quanto tempo for, que tudo o que parecia que ia acontecer, a questão das baterias, retirá-las dos carros para recarregá-las e tudo mais, não parecia nada bom, e agora simplesmente temos o que esperávamos”. 

“Provavelmente seja mais frustrante para a Aston Martin do que para a Mercedes neste momento. Mas a F1 é assim. É o que tem. Esperemos que melhore”, acrescentou.

Quando questionado se 2026 poderia ser seu último ano na categoria máxima, o piloto canadense negou e mostrou-se totalmente confiante e comprometido com a Aston Martin, equipe cujo proprietário é seu pai, Lawrence Stroll, que comprou a equipe com o grande objetivo de tornar seu filho campeão mundial da F1.

“Não, porque continuo tendo muita fé neste projeto e acredito que ainda estamos longe de atingir nosso potencial. Adrian [Newey] se juntou à equipe. Temos a nova fábrica e o novo túnel de vento, como todo mundo sabe".

"Acredito que esta equipe tem muito potencial e quero estar nela, vê-la e fazer parte desta equipe quando chegarmos ao ponto que acredito que somos capazes de alcançar".

Lance chegou a ousar com uma previsão ousada: “Daqui a dois ou três anos, se eu estiver sentado no sofá vendo dois carros verdes na frente do pelotão e não fizer parte disso, vou ficar chateado. Então, quero fazer parte disso".

Por sua vez, o piloto canadense da Aston Martin espera que, quando esse momento chegar, tanto os carros quanto as unidades de potência se aproximem muito mais do que é e sempre foi a F1.

“E espero que, à medida que isso aconteça, os carros melhorem e sejam mais divertidos de pilotar, algo que todos os pilotos gostariam. Não sou só eu. Alguns ainda podem dizer isso, outros não podem devido a contratos e outras questões. Espero sinceramente que esses carros melhorem muito e que voltemos a ter bons carros de F1”, concluiu.

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

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