Piloto de testes da Ducati deve ser o substituto do italiano na equipe de Valentino Rossi; Luca Marini, da Honda, surge como segunda opção
Fabio Di Giannantonio chegou a um acordo para correr pela equipe de fábrica da KTM na temporada 2027 da MotoGP — abrindo caminho para Nicolo Bulega na VR46.
O piloto de 27 anos, que até agora estava sob contrato com a Ducati enquanto corria pela VR46, havia estabelecido a sexta-feira do fim de semana do GP da França como prazo final para receber uma oferta da fabricante italiana que atendesse às suas exigências financeiras.
Mas a Ducati e a equipe de Valentino Rossi pediram ao piloto mais tempo para tomar uma decisão e, em vez disso, Di Giannantonio aceitou a oferta da KTM para se tornar um piloto de fábrica ao lado de Álex Márquez.
O sonho do italiano era se tornar piloto de fábrica de uma montadora e, paralelamente, aumentar seu salário anual para cerca de 2 milhões de euros (cerca de R$ 11,5 milhões).
Essas são duas ambições que foram realizadas com a assinatura com a KTM, uma negociação que foi finalizada na noite de sábado no paddock de Le Mans, durante o GP deste fim de semana.
Bulega e Marini, as duas opções da VR46
Foto de: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images
A VR46 deve agora procurar um segundo piloto para o próximo ano para fazer dupla com Fermín Aldeguer. Aldeguer, que tem contrato com a Ducati como piloto de fábrica, deixará a Gresini para se juntar à equipe de propriedade do multicampeão do Campeonato Mundial.
O Motorsport.com apurou que as opções para essa segunda vaga são Bulega e Luca Marini. O primeiro, piloto de fábrica da Ducati no Campeonato Mundial de Superbike (WSBK), tem um contrato que também o torna piloto de testes na MotoGP, com “a promessa” de uma eventual mudança para a categoria rainha.
“Se Diggia não continuar conosco, nossa principal opção para substituí-lo é Nicolo”, comentou uma fonte da Ducati, que arcaria com os salários dos dois pilotos da VR46.
No entanto, há um detalhe que poderia complicar a chegada de Bulega à MotoGP, que é a situação de Marini.
Se o meio-irmão de Rossi não conseguir continuar na Honda ou não encontrar outro destino no grid da categoria rainha, a equipe poderia trazê-lo de volta para a próxima temporada. Mas isso significaria ter que arcar com o salário do piloto e pagar à Ducati pelo valor total da moto.
Ouça a versão em áudio do PÓDIO CAST:
ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:
Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e junte-se a nós no aplicativo!
What would you like to see on Motorsport.com?
MotoGP: LCR atualiza estado de saúde de Zarco após grave acidente em Barcelona
MotoGP: Martín sofre nova queda em teste de Barcelona e é levado a hospital
MotoGP - Fernández culpa Martín por acidente na Catalunha: “Não devia ter se metido”
MotoGP considera reduzir número de motos por piloto para uma a partir de 2027
MotoGP - Acosta se junta a Martín em crítica à segunda relargada na Catalunha: "Saúde vem antes do espetáculo"
MotoGP: Após negociar com Honda, Tech3 renova e segue como equipe satélite da KTM na era 850cc
F1: Cadillac detalha novo pacote de atualizações para GP do Canadá
F1: Por que Indy 500 era um tabu para Michael Schumacher?
F1: Norris quer correr nas 24 Horas de Le Mans com McLaren no futuro
Inscreva-se e acesse Motorsport.com com seu ad-blocker.
Esta publicação foi consolidada a partir da matéria original indicada abaixo.
Motorsport Brasil - MotoGP