Resumo PreçoCarroBR
- O lançamento entra no radar por indicar direção de produto, posicionamento de marca e possíveis rivais no mercado.
- A leitura principal está em preço, tecnologia, versão, público-alvo e chance de chegada ao Brasil.
- O destaque do momento é: Chevrolet Sonic RS vs Fiat Pulse Audace Hybrid: qual você leva por até R$ 140 mil?
O que muda para o consumidor
A novidade pode influenciar comparações, expectativa de preço, escolha de versão e movimentação de concorrentes. Para quem está pesquisando carro, vale observar equipamentos, motorização, garantia, custo de uso e disponibilidade.
Impacto no mercado
Quando uma marca mexe em produto ou posicionamento, a resposta dos rivais costuma aparecer em preço, pacote de equipamentos ou novas versões.
O que aconteceu
Novato traz mais itens de série, enquanto Fiat aposta em eletrificação
Um tanto atrasada para a briga dos novos SUVs de entrada, a Chevrolet lançou no início de maio o Sonic, que resgata um nome conhecido da marca em outros mercados, mas agora deixando de lado as carrocerias hatch e sedã de antes. Ele chega em duas versões, com preços entre R$ 129.990 e R$ 135.990.
E, apesar de a marca ter elencado modelos maiores - e cupês - como Fiat Fastback e VW Nivus, sua briga real em porte e preço está mais para VW Tera, Renault Kardian e similares. Pensando nisso, reunimos neste comparativo de fichas técnicas o modelo que ajudou a consolidar essa categoria: o Fiat Pulse.
Para isso, analisaremos o Sonic em sua versão 1.0 Turbo RS, de topo, e hoje tabelada em R$ 134.990, com o Fiat Pulse Audace 1.0 T200 Hybrid, configuração mais barata do SUV a trazer o sistema híbrido leve de 12 volts, hoje vendida por R$ 136.990.
Em concepção, os dois são bem parecidos, já que herdam muito dos hatchbacks dos quais derivam. O Pulse, feito na base MLA, traz as mesmas portas dianteiras do Argo, algo que também acontece com o Sonic, que pega "emprestado" do Onix.
O Chevrolet é maior em comprimento, com 4.230 mm, enquanto o Pulse tem 4.095 mm. O Sonic também ganha em entre-eixos, com 2.551 mm, contra 2.532 mm do Pulse. Onde o Pulse ganha é na altura, com 1.550 mm vs 1.530 mm, e na largura, com 1.776 mm contra 1.770 mm. No porta-malas, o novato traz 392 litros, enquanto o italiano tem 320 litros.
Sonic é maior no comprimento e entre-eixos, mas perde em altura e largura
1.0 T200 do Pulse tem corrente e sistema híbrido leve
Sonic tem o 1.0 Turbo do Tracker, com injeção direta; correia banhada a óleo continua
Os dois também se equivalem bem na motorização, ainda que o Pulse tenha a vantagem do sistema híbrido leve. Não que ele mude muito o consumo em relação às versões 1.0 T200 sem ele, mas traz a vantagem da isenção de rodízio e, em alguns estados, também de uma porcentagem no IPVA.
Tirando isso, ambos são 1.0, de três cilindros, mas diferem em injeção e transmissão. O Sonic traz injeção direta e câmbio automático com conversor de torque de seis marchas. O comando traz correia banhada a óleo. No Pulse, a transmissão é do tipo CVT, a injeção é indireta e o acionamento é por corrente.
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