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Instituto Renault capacita profissionais para dentro e fora da indústria

Saiba como o Instituto capacita jovens para mercado e confira entrevista com Ariel Montenegro sobre a nacionalização do EX5 e a demanda recorde do elétrico EX2.

Instituto Renault capacita profissionais para dentro e fora da indústria

Além do impacto social, Instituto Renault Geely prepara 'escada técnica' para garantir suporte às lojas e também aos comércios próximos

O Instituto Renault, braço social da francesa no país, celebrou nesta semana a conclusão a formatura de jovens do programa Geração Futuro Profissionalizante em uma das concessionárias da marca, na região de São Paulo. Com presença de Ariel Montenegro, presidente da aliança Renault Geely no País.

Atuando desde 2010, a área é a parte da empresa que não foca exatamente em vender carros, mas em ajudar com problemas da comunidade ao redor das áreas onde a Renault (e agora também a Geely) atuam através de educação profissional e capacitação tanto para funcionários como o público ao redor, dando possibilidade que se crie empresas e comércios sustentáveis em regiões historicamente carentes de apoio público.

Inicialmente focado na área de São José dos Pinhais (PR), onde a Renault mantém o Complexo Industrial Ayrton Senna, o grupo tem planos de expansão para demais regiões. A atual fase escolheu a região mais periférica da Vila Prudente, na Zona Leste de São Paulo, formando cerca de 30 profissionais em um ano. Deste total, 9 foram contratados pela rede de concessionárias da francesa.

“O principal indicador de sucesso do Geração Futuro Profissionalizante é a empregabilidade. Mais do que formar profissionais, nosso objetivo é garantir que essas pessoas tenham acesso real ao mercado de trabalho, com oportunidades de desenvolvimento e crescimento”, afirma Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault Geely do Brasil e presidente do Instituto Renault.

A iniciativa é desenvolvida em parceria com o SENAI SP, a Arca e as concessionárias Sinal, RPoint e Amazonas, criando uma ponte entre formação técnica, desenvolvimento social e oportunidades efetivas de trabalho. Os participantes concluem o curso com a formação de Mecânico C e, quando contratados pela rede, seguem em trilhas de desenvolvimento que permitem avançar para Mecânico B, A e até a especialização como eletromecânico/Cotech.

Ariel Montenegro revela mais sobre expectativas, EX2 e eletrificados

Durante o evento, tivemos a oportunidade de conversar um pouco mais com o Ariel junto de outros veículo de imprensa sobre o atual momento da aliança. O executivo é, ele próprio, um exemplo da eficácia desses programas de formação, tendo uma infância e adolescência simples como filho de taxista.

Foi graças aos programas de capacitação da montadora que o argentino se formou como engenheiro mecânico. Ele ingressou na Renault em meados de 2005 e construiu uma carreira sólida que o levou até a presidência da Renault Geely Brasil no ano passado.

Perguntando sobre a demanda que o EX2 vem tendo no país - em abril foram 3.600 carros emplacados, fora os vendidos e ainda não entregues - o executivo revelou que a demanda tem superado todas as expectativas iniciais. Brincando, Montenegro citou que ''já não surpreende mais'', visto que há muita demanda por hatchs elétricos, como o modelo de entrada da Geely e o BYD Dolphin Mini, e o consumidor já os enxerga como produtos comuns.

Sobre a cooperação fabril entre as duas empresas, sabe-se que o primeiro produto da Geely a ser feito em São José dos Pinhais já seguirá caminho diferente de outras chinesas, que optaram apenas pelo processo SKD. O SUV, assim que começar a ser feito por aqui, já contará com pintura e montagem de peças, devendo apenas a soldagem e pormenores.

Por falar em eletrificação, perguntamos a Montenegro se já há capacitação técnica para os produtos mais complexos que a fabricante chinesa produz, hoje com carros híbridos plug-in e elétricos. O executivo explicou que, por enquanto, o foco é garantir que o jovem saia com os certificados do SENAI e da Academia Renault, dominando a base da mecânica. Como muitos chegam sem experiência prévia, o objetivo inicial é transformar o aluno em um profissional funcional para a rede.

Montenegro ressaltou, porém, que o programa foi desenhado como uma escada técnica para acompanhar o salto tecnológico da Geely. A ideia é que o aprendizado não termine na formatura, permitindo que o colaborador suba de nível conforme ganha experiência prática com os novos sistemas.

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Esta publicação foi consolidada a partir da matéria original indicada abaixo.

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