Marca britânica terá gestão de ex-piloto de F3 e promete focar em entusiastas
Recém anunciada por aqui, a operação brasileira da Lotus já testa seu primeiro modelo no país, o Emira. Flagrado pelo @placaverde, o esportivo de dois lugares é hoje o modelo mais próximo da filosofia original de seu criador, Colin Chapman, focando no equilíbrio entre peso e potência com as sensações entre piloto e automóvel. A chegada deve ocorrer nos próximos meses.
Além do esportivo, a marca também deve apostar em modelos híbridos e elétricos por aqui. Segundo o site oficial, já disponível para visitação. Segundo Clemente Faria Junior, responsável pela marca que importará os modelos, a ideia é ''trazer toda a linha de produtos e futuros lançamentos com as versões mais adequadas ao segmento automotivo de luxo no Brasil, além de ofertar opções de customização''.
O empresário já possui laços fortes com o setor automotivo e de vendas, uma vez que comanda também o grupo Bamaq, gigante do setor que atua com veículos pesados, como a New Holland, além de concessionárias de marcas como Porsche, Mercedes-Benz e, mais recentemente, da chinesa GWM. O grupo também possui forte atuação na área de consórcios.
Hoje, a gama da Lotus conta com quatro modelos: o SUV Eletre - sempre eletrificado, podendo ser BEV ou híbrido plug-in - o sedã Emeya, feito sobre a mesma base e com conjunto elétrico, o já citado Emira e Evija.
Substituto do icônico Evora, o Emira surgiu em 2021 e é, hoje, o carro que continua o legado pelo qual a Lotus ficou famosa desde sua criação, em 1952. Ele pode ser equipado com motorização 2.0 turbo de quatro cilindros, que trabalha em conjunto com um câmbio DCT de oito marchas em suas versões mais simples. Nessa configuração, a Lotus fala em 400 cv e 48,9 kgfm de torque, capaz de levar o bólido de 0 a 100 km/h em apenas 4,9 segundos, enquanto a velocidade máxima fica em 291 km/h.
Já nas versões mais equipadas, a Lotus reserva um V6 de 3,5 litros que também está na casa dos 400 cv, mas com torque de 43,8 kgfm. Ele está disponível nas configurações SE e SE Racing Line, podendo ser configurado com câmbio automático ou manual de seis marchas. Apesar de ser o modelo mais próximo dos antigos carros da marca, ele não é exatamente leve.
Enquanto um Elise nunca passava dos 1.000 kg, o novo esportivo da marca está na casa dos 1.400 kg. Ainda assim, é bem menos do que os elétricos Eletre e Emeya. E se o peso já não é o mesmo, a ideia de esportivo focado na direção continua presente. Ele é sempre configurado como um carro de dois lugares, com motor central-traseiro e altura mínima do solo, apenas com o necessário para poder acelerar.
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