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Novo Jeep Renegade 2028 pode ter sido relevado sem querer

Stellantis exibe projeção misteriosa de SUV quadradão que pode antecipar as linhas visuais da nova geração do Jeep Renegade. Confira detalhes.

Novo Jeep Renegade 2028 pode ter sido relevado sem querer

Resumo PreçoCarroBR

  • O lançamento entra no radar por indicar direção de produto, posicionamento de marca e possíveis rivais no mercado.
  • A leitura principal está em preço, tecnologia, versão, público-alvo e chance de chegada ao Brasil.
  • O destaque do momento é: Novo Jeep Renegade 2028 pode ter sido relevado sem querer

O que muda para o consumidor

A novidade pode influenciar comparações, expectativa de preço, escolha de versão e movimentação de concorrentes. Para quem está pesquisando carro, vale observar equipamentos, motorização, garantia, custo de uso e disponibilidade.

Impacto no mercado

Quando uma marca mexe em produto ou posicionamento, a resposta dos rivais costuma aparecer em preço, pacote de equipamentos ou novas versões.

O que aconteceu

Mostrado durante slides para investidores sem muitos detalhes, modelo pode ter antecipado linhas da nova geração do SUV

O grupo Stellantis, dono de Jeep, Fiat e Peugeot - dentre outras -, pode ter revelado discretamente o que esperar da nova geração do Renegade. O modelo, hoje um veterano no mercado, já até saiu de linha em outras regiões, mas já teve nova encarnação confirmada até o fim desta década.

Nos slides apresentados no evento, chamou atenção um SUV de linhas bem quadradas, em tom verde, mas sem especificações, apenas com uma imagem de três quartos dianteira. E se for esse o novo Jeep Renegade?

A pergunta que não quer calar. Para responder, é preciso revisitar o plano estratégico anterior da Stellantis, o DareForward assinado pelo ex-CEO Carlos Tavares e (em boa parte) colocado de lado com o novo FaSTLAne 2030. Segundo o que foi declarado em 2024, o novo Jeep Renegade deveria chegar em 2027, o que não parece ser o caso.

Até o momento, não há flagras do SUV rodando em nenhuma região, mas já sabemos que ele está confirmado ao menos para a América do Sul, junto também da nova geração de Compass e Commander.

Plano estratégico para Jeep na América do Sul 

Para outras regiões, a Jeep apenas reservou o espaço para falar do novo Wrangler Scrambler e uma picape média mais robusta que a Gladiator, ambos provavelmente focando só na América do Norte. Ainda assim, a marca americana terá muitas outras novidades até 2030 e, como marca global (ao lado de Fiat, Peugeot e Ram), vai olhar para uma pluralidade de mercados.

O SUV mostrado na coletiva tem claros exageros de modelos conceituais, como as rodas desproporcionalmente grandes e conjunto óptico bem chamativo, mas dificilmente transferível para um modelo de produção. Partindo da hipótese de que se trate realmente do novo Jeep Renegade, o foco deve estar em proporções e linhas, bem robustas e (muito) quadradas, para manter coerência com o atual e, ao mesmo tempo, atualizar o estilo geral.

Assim como na nova geração do Compass e Avenger - que chega em breve ao Brasil -, as extremidades das sete fendas da grade são iluminadas e delas nascem conjuntos ópticos bem finos. A dianteira é alta e, abaixo, há um skid plate, elemento que faz diferença no fora de estrada. As laterais contam com proporções abauladas como no Compass e a traseira parece descer praticamente perpendicular ao solo.

Ao menos por enquanto, a única certeza que temos sobre o novo Jeep Renegade é a plataforma: ela será baseada na STLA One e, portanto, poderá usar conjuntos mecânicos MHEV, HEV e 100% elétricos.

Entre os HEVs que a Jeep oferece em outros mercados, há a nova geração do Cherokee - registrada há poucos dias no Brasil e presente no Salão do Automóvel do ano passado - e que traz o motor 1.6 THP, utilizado há alguns anos em modelos da Peugeot e da Citroën, mas preparado para receber dois motores elétricos adicionais.

O primeiro funciona como gerador, enquanto o segundo traciona as rodas. Por aqui, não seria surpresa se o motor a gasolina fosse trocado pelo 1.3 T270, que é flex e utilizado desde os Pulse e Fastback Abarth até modelos maiores - e pesados - como o Commander, mas mantendo o câmbio do tipo eCVT do Cherokee.

Já com híbrido-leve, as marcas da Stellantis utilizam lá fora o 1.2 Puretech, vindo da Peugeot, com sistema bem semelhante ao que a Fiat utiliza por aqui nos Pulse e Fastback com propulsor 1.0 T200. Pela lógica e pelo nível de investimento nesse último na nossa região, é bem improvável que utilize a receita europeia, permanecendo com o motor já utilizado por aqui. Corrobora com isso o lançamento do Avenger, que chegará justamente com esse motor.

De qualquer forma, estamos falando de planos apenas para o fim desta década. O Renegade foi reestilizado no Brasil em março, tendo o maior nível de atualização em toda sua história - envolvendo até novo painel -, então a Jeep dificilmente o descartará em menos de dois ou três anos.

Fonte

Esta publicação considera a matéria original indicada abaixo.

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