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VW venderá ID.4 elétrico no Brasil ainda em 2026 após 3 anos no aluguel

Volkswagen confirmou a venda do ID.4 nas concessionárias brasileiras ainda em 2026; SUV elétrico era oferecido só por aluguel.

VW venderá ID.4 elétrico no Brasil ainda em 2026 após 3 anos no aluguel

Resumo PreçoCarroBR

  • O lançamento entra no radar por indicar direção de produto, posicionamento de marca e possíveis rivais no mercado.
  • A leitura principal está em preço, tecnologia, versão, público-alvo e chance de chegada ao Brasil.
  • O destaque do momento é: VW venderá ID.4 elétrico no Brasil ainda em 2026 após 3 anos no aluguel

O que muda para o consumidor

A novidade pode influenciar comparações, expectativa de preço, escolha de versão e movimentação de concorrentes. Para quem está pesquisando carro, vale observar equipamentos, motorização, garantia, custo de uso e disponibilidade.

Impacto no mercado

Quando uma marca mexe em produto ou posicionamento, a resposta dos rivais costuma aparecer em preço, pacote de equipamentos ou novas versões.

O que aconteceu

SUV elétrico será a primeira investida da Volkswagen para disputar espaço com BYD, GWM e outras rivais chinesas

A Volkswagen do Brasil confirmou que trará um novo lote do elétrico ID.4 para o Brasil. Desta vez, a marca oferecerá o modelo por aqui de maneira bem diferente, disponibilizando-o em sua rede de concessionários para venda, não somente para aluguel. A chegada do SUV ocorrerá ainda em 2026 e será "mais potente do que o atual".

As unidades que chegaram ao Brasil - cerca de 250 exemplares do ano-modelo 2023/24, sempre nas cores azul ou cinza - são da versão Pro Performance, que utiliza um motor elétrico no eixo traseiro de 204 cv e 31,6 kgfm, alimentado por baterias de 77 kWh, suficientes para uma autonomia de 377 km pelo padrão Inmetro. Desde então, o carro passou por algumas atualizações técnicas, ganhando melhor conectividade e também melhorias no conjunto elétrico e nas baterias.

Galeria: Volkswagen venderá ID.4 elétrico no Brasil

A mesma versão - intermediária da linha - hoje conta com 286 cv, ou cerca de 82 cv a mais do que o modelo que foi disponibilizado para aluguel no Brasil. Já no torque, a mudança também foi bem acentuada: o SUV passou de 31,6 kgfm para 55,6 kgfm. A bateria permaneceu com o mesmo tamanho, mas recebeu atualizações significativas.

Na versão topo de linha, a Volkswagen oferece o GTX, configuração levemente mais esportiva e que se diferencia por contar com motorização dupla, uma em cada eixo, garantindo também tração nas quatro rodas. Na primeira fase, contava com 299 cv, mas desde meados de 2024 passou a superar os 340 cv. No torque, chega aos 69,2 kgfm (eram 46,9 kgfm).

Fica a dúvida sobre qual das duas configurações a marca oferecerá por aqui, já que as informações técnicas do modelo ficarão reservadas para outro momento, mais próximo da chegada oficial do SUV às lojas brasileiras.

O que não mudará, no entanto, é o visual. Feito na base MEB, o SUV é praticamente um Tiguan elétrico no quesito porte. Nas dimensões, traz 4.584 mm de comprimento, 1.852 mm de largura, além de distância entre os eixos de 2.766 mm. No porta-malas - não há bagageiro frontal - são 543 litros.

Também espere pelo mesmo nível de equipamentos ou mais do que oferece o Pro Performance disponível para assinatura no VW Sign&Drive. Entre os destaques, o SUV já traz faróis e lanternas full-LED; bancos com ajuste elétrico, aquecimento e massagem; painel de instrumentos digital de 5,3''; central multimídia de 10''; ar-condicionado de três zonas; sete airbags; controle de cruzeiro adaptativo; câmera 360°; iluminação interna em LED; teto panorâmico e mais.

De qualquer forma, será a primeira vez que a Volkswagen entrará na briga dos elétricos de fato. Desde a chegada das primeiras unidades - consideradas um estudo para entender melhor o comportamento, o modo de utilização e as preferências dos clientes locais -, o mercado de modelos a bateria deu um salto enorme em participação, contando com veículos, em sua maioria chineses, que ocupam desde as faixas mais acessíveis do mercado até o segmento premium.

Fonte

Esta publicação considera a matéria original indicada abaixo.

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